Como no cinema a coleção se constrói através de disjunções temporais, o presente desdobra-se a cada instante em futuro e passado. Espaço e tempo relacionam ante a ação do corpo. Corpo, este, social, construído, inundado de memórias. Não só a vestimenta, como a performance tornam-se importantes, usa-se então, de um espaço híbrido: uma videoinstalação. Construo em “Amoravéis” um versejar sobre os conceitos de Pina Bausch e um olhar sobre Bruno Hemm, meu avô.
sábado, 10 de outubro de 2009
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